Antes do ouro, do café e da cana, o Brasil nasceu da madeira. Foi do vermelho vivo do pau-brasil que surgiram as primeiras riquezas, os primeiros conflitos e o próprio nome deste país.
Em «A Saga da Madeira – 1. Pau-Brasil», realidade e imaginação se entrelaçam: Ruben, o holandês curioso enviado pela Coroa Portuguesa no século XVI, torna-se símbolo do olhar estrangeiro, ora de admiração, ora de cobiça, sobre as nossas florestas.
Ao lado de sua narrativa ficcional, o autor conduz o leitor a uma profunda análise histórica do processo extrativista, das relações coloniais e da lenta devastação da Mata Atlântica.
Da chegada de Cabral às matas do sul da Bahia, das caravelas às serrarias coloniais, a obra revela como o ciclo do pau-brasil moldou a nossa economia, devastou florestas e deixou marcas profundas na identidade brasileira.
Com uma linguagem envolvente e rigor histórico, esta é a primeira parte de uma trilogia que conta a verdadeira saga da madeira no Brasil: do pau-brasil ao eucalipto.
Uma leitura indispensável para quem busca compreender não apenas o passado das nossas florestas, mas a própria alma do país que, delas, nasceu.
| ISBN | 9791220158022 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 268 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Europa |
| Coleção | Mundos – Europa |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Roberto R. Martins
Jornalista, escritor e historiador, Roberto R. Martins nasceu em Ipiaú-Ba, em 1945, mudando-se para Jequié aos sete anos, onde terminou a infância e passou a adolescência. Líder estudantil secundarista, chegou a vice-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundários – UBES, indo morar no Rio de Janeiro. Com o golpe militar, foi preso em Teresina-PI. Voltou ao Rio e viveu em outras grandes cidades brasileiras. Regressou para a Bahia em 1983, fixando-se em Eunápolis, onde seu pai foi pioneiro. Em 1970, foi preso político em São Paulo, no Presídio Político pesquisou e embasou o livro Liberdade para os brasileiros – Anistia ontem e hoje, publicado em duas edições pela Editora Civilização Brasileira em 1978, alcançando as primeiras colocações entre os mais vendidos de não ficção por semanas. |


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