O acesso à informação é simultaneamente um instrumento de poder para os particulares, uma forma de racionalização da actividade da administração pública e uma garantia do Estado de Direito Democrático. A maioria dos estudos até hoje publicados tratam da questão parcelarmente, ora na perspectiva da informação procedimental, ora na do acesso à documentação, ora ainda em áreas sectoriais (v.g., ambiente). O estudo conjunto destas figuras permite mostrar dois aspectos que até agora não tinham sido devidamente salientados: o que une os vários regimes de informação obedece a princípios gerais mais uniformes do que pareceriam à primeira vista; igualmente um tratamento sistemático do regime do acesso à informação permite descobrir uma lógica de acesso que exige vários passos de interpretação que têm sido descurados pela prática, o que tem levado a decisões que, se no geral dão soluções correctas, o fazem com base em critérios que não permitem a sua correcta fundamentação.
Um livro para quem tem de aplicar este regime no dia a dia (advogados, magistrados, administração pública), mas igualmente de reflexão geral sobre o mesmo.
Premissas Gerais
Âmbito do Acesso
Modo de Acesso
Estrutura dos Deveres de Informação
Regime do Uso de Informação Obtida pelos Particulares
Jurisprudência
Bibliografia
| ISBN | 9789724030135 |
|---|---|
| Ano | 2007 |
| Número de páginas | 351 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Almedina |
| Coleção | Estudos Sobre o Mercado de Valores Mobiliários |
| Categorias |
Livros > Direito > Direito Administrativo
Alexandre Brandão da Veiga
Licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa em 1987.Advogado com inscrição definitiva desde 1990.Jurista do Instituto do Consumidor de 1991 a 1993.Jurista da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários desde 1993Perito em processos crime sobre crimes do mercadoAssessor técnico (6490 Cd. Proc. Civil) do Tribunal Cível do Porto entre Março e Maio de 2000.Formação profissional em Portugal, Itália, Estados Unidos e InglaterraAulas e acções de formação dadas no Instituto do Consumidor, na FDL, no Instituto de Formação BancáriaTrabalhos:1. Scientflc Summary of The III European Conference on Consumer Access to Justice (Resumo científico da III Conferência Europeia de Defesa do Consumidor), Instituto Nacional de Defesa do Consumidor, Lisboa, 1992;2. A prescrição do processo de contra-ordenação, in: Revista da CMVM, nº 1, 1998;3. Operações de bolsa, vol. 1, em publicação;4. Fundos de Investimento Mobiliário e Imobiliário, Almedina, Coimbra, 1999;5. A redenominação como vicissitude de valores mobiliários, in: Revista da CMVM, n.º 4, Maio 1999;6. O novo quadro legislativo em Itália, in: Revistada CMVM, n.º 4, Maio 1999;7. Recensão a VANTHOOR, Win F. V.; European Monetary Union Since 1848, Edward Elgar, Cheltenham, 11K, 1996 , in: Revista da CMVM, n.º 4, Maio 1999;8. As Fases de Negociação e de Liquidação e Compensação de Operações de Bolsa a Contado; In: Direito dos Valores Mobiliários, Vol. 1, Coimbra Editora, Coimbra, 1999;9. Recensão a MANN, F.A.; The Legal Aspect ofMoney, Clarendon Press, Oxford, Sth ed., 1992, in: Cadernos do Mercado de Valores Mobiliários, n.º 6, Setembro/Dezembro de 1999;10. Comentário ao Acórdão da Relação de Lisboa de 2 de Novembro de 1999 (crime de manipulação) in: Cadernos do Mercado de Valores Mobiliários, n.º 6, Setembro/Dezembro de 1999;11. Sistemas de Controlo de Valores no Novo Código dos Valores Mobiliários, em publicação;12. A Construção dos Tipos Contra-ordenacionais no Novo Código dos Valores Mobiliários, em publicação;
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