Como não ser, tranquilamente, human@s. Técnica e política da Antiguidade à era neoliberal procura a relação entre a concepção da técnica, o antropocentrismo e o pacto social, que envolve, não só oâmbito deliberativo da constituição da cidadania, referente ao logos, mas a distribuição de funções, quer dizer, o trabalho. Se numa origem a técnica era concebida como pré-humana, posteriormente passa a ser entendida como uma capacidade do antropos, inaugurando o humanismo. Porém, na atualidade, a tecnologia e tecnociência, mesmo com capacidade para alterar a própria ontologia, parecem tornar-se algo autónomo, alheio ao humano. Porém, não faz mais parte do pensamento cósmico antigo (Nous), mas da estrutura produtiva do capitalismo, que naturaliza os processos do humanismo e permanece ancorado no niilismo negativo e reativo dos últimos humanos.
| ISBN | 9788416545568 |
|---|---|
| Ano | 2021 |
| Número de páginas | 230 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Através Editora |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia > Ensaio
Rebeca Baceiredo
(Ourense, 1979) é Licenciada em Ciências da Comunicação, Doutora em Filosofia (Prémio Extraordinário) e realizou um mestrado em Crítica, Interpretação e Arte Contemporânea, bem como Pós-graduação em Teoria e Prática da Interpretação. Em 2005 recebeu o Prémio de Ensaio Ramón Piñeiro por O suxeito posmoderno. Entre a estética e o consumo. Desde então publicou ensaio filosófico, A revolución non vai ser televisada, Capitalismo e fascismo, Oikonomía do xénero, A verdade errada e a representación errante, Animais de estimação e bestas de companhia, prosa poética, (repeat to fade), E meterei a miña lei no seu peito, poesia, O canto da Sibila, Libro de Horas, e romance, Éxodo. Também tem participado em publicações coletivas, leciona Filosofia e colabora em meios de comunicação. |


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