«A incerteza entrou-me pela vida e tive de arranjar-lhe um espaço no meu coração, onde decidiu acampar por tempo indefinido. Ninguém sabe quanto tempo ainda tem pela frente, portanto, mais vale aproveitá-lo. A vida é um sopro e às vezes foge-nos mais cedo do que esperávamos.»
Numa manhã de inverno, Virginia López descobriu um caroço na mama esquerda − e, a partir desse momento, a sua vida, e da sua família, mudou para sempre.
Um terramoto silencioso chegou sem avisar, aos 43 anos, e obrigou-a a lidar com o medo, a controlar a ansiedade e a aceitar as cicatrizes, tanto físicas como emocionais.
A vida nunca mais seria igual. Mas, em vez de ficar presa ao passado, Virginia decidiu avançar e viver um dia de cada vez. Neste livro profundamente íntimo e honesto, partilha a sua jornada de superação: os momentos de solidão, as memórias dolorosas da doença que levou a sua mãe e avó, os arrependimentos e as lições valiosas, onde encontrou forças nos dias mais sombrios e como aprendeu a aceitar o que perdeu e valorizar o que ganhou, sempre De Peito Aberto à Vida.
Virginia sobreviveu a um cancro da mama. Este é o seu testemunho de vida. Uma história real de coragem e esperança que inspira todas as mulheres a acreditar na sua própria força, mesmo nos momentos mais difíceis.
| ISBN | 9789897779664 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 304 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Planeta |
| Categorias |
Livros > Livros Práticos > Auto-Ajuda
Virginia López
Nasceu em 1979 em Valladolid, Espanha. Estudou Jornalismo na Universidade Complutense de Madrid e, em 2000, o programa Erasmus trouxe-a para Lisboa. Ao terminar os estudos, participou na realização do programa Os Combatentes do Ultramar, para o Canal História, e depois trabalhou durante uma década como correspondente de vários meios de comunicação espanhóis, como El Mundo ou Cadena SER. Também colaborou com meios portugueses, como Diário de Notícias e Notícias Magazine. Durante sete anos, foi comentadora da Antena 1, no programa O Esplendor de Portugal e também fez comentários em televisão. Além de escrever o livro de memórias de Maria das Dores, que ficou conhecida em Portugal como a socialite que mandou matar o marido – Eu, Maria das Dores, me Confesso (2019), publicou em nome próprio De Espanha nem Bom Vento nem Bom Casamento (2012), Impunidade (2013) e Killers (2019). Em 2020 lançou o primeiro livro infantil, Viveram Felizes Para Sempre… Em Palácios Separados, em coautoria com a psicóloga Inês Balinha Carlos. É casada com um português, mãe de dois filhos e compagina a carreira de escritora com o seu negócio de sucesso na venda direta. Para saber mais: www.virginialopez.pt |


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