O ato de escrever à mão surgiu em épocas e civilizações distintas sem resultar, ao que parece, da transmissão desta competência cognitiva entre elas. Isto é, a invenção da escrita eclodiu, de forma natural, após a transformação do cérebro humano ao longo de alguns milhões de anos. Eis senão quando, na nossa era, a escrita à mão está à beira de extinguir-se ou, pelo menos, de se ver reduzida a uma excentricidade ou a objeto de museu.
Este livro pretende fixar a memória do que tem sido a arte de escrever à mão, valorizando a caligrafia como registo identitário de quem escreve, capaz de transmitir emoções. Com recurso à tecnologia digital, a sua maior inimiga, conseguimos perceber, afinal, como funciona e por que motivo ela é, em muitos aspetos, o oposto da artificialidade e um símbolo da humanidade.
| ISBN | 9789899243897 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 120 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Fundação Francisco Manuel dos Santos |
| Categorias |
Livros > Artes > Arte
Alexandre Castro Caldas
Alexandre Castro Caldas é Professor Catedrático de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa. É autor de doze livros e de mais de duzentos artigos e capítulos sobre temas ligados às neurociências cognitivas. Foi Presidente da International Neuropsychological Society, que, em 2009, lhe atribuiu o Distinguished Career Award. Entre outros prémios recebidos em Portugal, destaca-se o grande prémio Bial de Medicina, em 2002. |


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