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Liberdade. A luz-mestra. Dignidade. Utopia. Perscrutar os desígnios do infinito numa noite escura, na aldeia, na montanha, no ar frio.
A inquietação constante do espaço, a rosa-dos-ventos a girar, norte-sul-este-oeste, a cidade, o mar. Pisar a terra, dar as mãos, olhar nos olhos. Dançar. Rir. Atirar ao ar cravos vermelhos. Lutar pelo Bem maior. Amar.
Está tudo aqui, dentro destas páginas.
A poesia e a arte como descodificação das portas do tempo.
Azuis invisíveis como mapas secretos que só o meu Pai conhecia. E que agora são de todos nós.
[de “abertura”, Dulce Afonso]| ISBN | 9789895664528 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 146 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Colibri |
| Categorias |
Livros > Literatura > Poesia
Aniceto Afonso
ANICETO AFONSO é natural de Vinhais, casado, pai e avô. Coronel do Exército na situação de Reforma, cumpriu comissões militares em Angola e Moçambique.Fez a licenciatura em História e o Mestrado em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi professor de História na Academia Militar, diretor do Arquivo Histórico Militar e responsável pelo Arquivo da Defesa Nacional.É autor e coautor (com Carlos de Matos Gomes) de diversos livros relacionados com a Guerra Colonial e a Grande Guerra. É capitão de Abril e atualmente diretor da revista da A25A, “O Referencial”.
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