A China da subtileza cultural e milenária surgiu na cena internacional moderna, em Bandung, e afirma-se hoje como potência económica e política regional. É um actor incontornável do mundo moderno, liderando uma nova Ásia.
Os Estados Unidos e a Europa devem rever a sua posição face a esta nova potência e Portugal deve analisar atentamente as possibilidades de utilizar Macau como porta de entrada para a Ásia, evitando os equívocos que, no passado, marcaram as relações entre estes dois países e potenciando um legado histórico de singular convivência e o exemplo notável da recente transição amigável da administração daquele território.
| ISBN | 5603121350037 |
|---|---|
| Ano | 2007 |
| Número de páginas | 160 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Inquérito |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > História
José Manuel Duarte de Jesus
(n. 1935) É actualmente embaixador jubilado; licenciado em História e Filosofia, com mestrado em Lógica Matemática (Universidade de Lisboa); doutorado em História das Relações Internacionais (Universidade Nova). Durante a sua carreira diplomática serviu em Rabat, Bona, Lille, Praga, CEE, tendo sido embaixador em Kinshasa, Brazzavile, Bangui, Kigali, Bujumbura, Pequim, Ulan Bator, Pyong Yang, e Otava.Tem vários livros publicados, assim como artigos em revistas científicas, tanto em Portugal como no estrangeiro. Os seus temas principais de especialização são a China, a África, a negociação e a teoria da decisão.Tem sido docente convidado e é investigador integrado no Instituto do Oriente do ISCSP, da Universidade Técnica e no IPRI, da Universidade Nova, e Senior Partner na EDGE Solutions.Deixou a carreira diplomática por razões políticas em Dezembro de 1965, tendo vivido no estrangeiro, onde esteve activo na área financeira: foi presidente de um fundo de investimento (Fund of Commodities) e vice-presidente da General Commodities Corp. Regressou à carreira diplomática depois de Abril de 1974.
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