“Nunca escreveria a “voz” com maiúscula
Em cada momento há uma voz que chama a atenção
Pode ser a minha porque está mais próxima, ou outra
que fala de assombrosas coisas vindouras, ou a que canta
e arrasta multidões, ou a voz de Deus com os seus
castigos e aventuranças − esta voz, a ouvir-se, substitui Deus,
manifesta Deus, abre-se a Deus numa enorme tela negra
Há deuses que se manifestam apenas numa voz”
| ISBN | 9789899323223 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 154 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Glaciar |
| Categorias |
Livros > Literatura > Poesia
Nuno Félix da Costa
Lisboa, 1950.Psiquiatra, professor da Faculdade de Medicina de Lisboa.Desde 1983 expôs fotografia e/ou pintura individual ou colectivamente.Publicou Retratos de Hábito, fotografias, na Assírio & Alvim, 1983. Produziu e editou para a Galeria Alda Cortez, o livro Pena Capital, 1993, fotografia. Publicou poesia na & etc: Noutro Sítio, 1995, Panfletarium, 1996, Cinematografias, 1998. O livro Arte Última, de poesia e fotografia, foi editado pela Casa Fernando Pessoa, 1998. Publicou, ainda, Portulíndia, fotografia, 2009, na Córtex Frontal; Catálogo de Soluções, 2010, e Agora Nós, 2012, ambos de poesia, editados também na Córtex Frontal, e o livro de ensaios Estar no Sistema, na Teodolito, em 2019.Com a Companhia das Ilhas publicou os livros de poesia O Desfazer das Coisas e as Coisas já Desfeitas (2015) e Epopeia Mínima (2020); e os ensaios Pequena Voz. Anotações sobre Poesia (2016) e A Clínica e a Patologia dos Sistemas (2020). Em preparação (na Companhia das Ilhas, 2020): Lisboetário (fotografia).
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