“A partir de 2016, a fotografa Patrícia Almeida, minhacompanheira, reúne documentos sobre a fotografia.Selecciona exemplos que apresenta aos estudantes,compra manuais em segunda-mão, reencontra os seusprimeiros negativos. Projecta um livro sobre a sua históriapessoal da fotografia. Alguns meses mais tarde, a Patríciamorre e deixa o seu projecto inacabado. No dia da suamorte, o representante da agência funerária pede-meum retrato para o velório. Penso então: “É a sua últimaimagem!”, e o projecto da Patrícia estava relançado… Estaúltima fotografia dela transformou-se na primeira, aquelacom que várias histórias iriam começar: uma pesquisafotográfica a retomar, uma ausência a explorar, um amora concluir.”
David-Alexandre Guéniot
| ISBN | 9789895442263 |
|---|---|
| Ano | 2022 |
| Número de páginas | 304 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Ghost Editions |
| Categorias |
Livros > Artes > Fotografia
David-Alexandre Guéniot
David-Alexandre Guéniot é editor. Depois de estudar ciências políticas e filosofia, conheceu o coreógrafo português João Fiadeiro nos anos 90. Interessou-se pela dança contemporânea como um campo de composição que põe em jogo e em relação as noções de corpo, tempo e afecto. Em 2003, conheceu a fotógrafa portuguesa Patrícia Almeida e colaborou na concepção e produção das suas exposições e livros. Em 2011, decidiram fundar a editora GHOST (acrónimo de Guest and Host) a fim de dar forma a livros criados por artistas onde a noção de autoria é partilhada entre o artista, o designer, o editor, entre outros colaboradores. Desde então, editou cerca de trinta livros de artistas visuais, fotógrafos, performers e investigadores, a maioria dos quais de origem portuguesa. Estes livros são regularmente expostos e premiados (Prémio de Design de Livro do Ministério da Cultura em Portugal em 2018, 2019 e 2021, short list do Best Book Design from all over the World em 2022) e integram colecções internacionais públicas e privadas. É também autor de livros em co-autoria com os fotógrafos Patrícia Almeida, Charles Fréger e Andrews Phelps. Favorecendo uma abordagem sensível e performativa ao objecto do livro, concebe a edição como um gesto que cria significado através da montagem e agenciamento de textos e imagens. |


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