Como se reconstrói uma vida quando o mundo inteiro muda de um dia para o outro?
Lançada para a ribalta aos quinze anos, após o ataque brutal dos talibãs à sua vida, Malala rapidamente se tornou um ícone internacional conhecido pela sua coragem e resiliência. Contudo, longe das câmaras e das multidões, passou anos a lutar para encontrar o seu lugar num mundo desconhecido. Agora, pela primeira vez, Malala leva os leitores além das manchetes, num livro de memórias vulnerável e surpreendente, vibrante, autêntico, cheio de humor perspicaz e ternura.
“O Meu Caminho” é uma história de amizade e primeiro amor, de ansiedade e autodescoberta, de tentar permanecer fiel a si mesma quando todos querem dizer-lhe quem deve ser. Malala traça o seu percurso desde a adolescente solitária do ensino secundário à estudante universitária impulsiva, até se tornar uma jovem mulher em paz com o seu passado. Através de momentos francos, e muitas vezes caóticos, como quase reprovar nos exames, ser ignorada numa relação ou conhecer o amor da sua vida, Malala lembra-nos que os verdadeiros modelos a seguir não são perfeitos: são humanos.
Neste livro de memórias surpreendente, Malala reapresenta-se ao mundo, partilhando como navegou pela vida como alguém cujos momentos mais sombrios ameaçaram definir a sua narrativa, enquanto buscava a liberdade para descobrir quem realmente é. Um retrato íntimo de uma jovem mulher que assume o controlo do seu destino e um testemunho profundamente pessoal da força necessária para sermos, sem desculpas, nós próprios.
| ISBN | 9789722378611 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 304 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Presença |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Biografias
Malala Yousafzai
Malala Yousafzai é cofundadora e membro da administração da Fundação Malala. Iniciou a sua campanha pela educação aos onze anos, quando fez um blogue anónimo para a BBC Urdu, acerca da vida durante o regime Talibã no vale do Suat, no Paquistão. Inspirada pelo ativismo do seu pai, Malala começou a advogar publicamente a educação das raparigas, atraindo a atenção dos órgãos de comunicação social internacionais e vários prémios internacionais. Aos quinze anos, foi atacada pelos talibãs por falar publicamente. Malala recuperou no Reino Unido, e continuou a sua luta pelas raparigas. Em 2013, fundou a Fundação Malala com o seu pai, Ziauddin. Um ano depois, recebeu o Prémio Nobel da Paz como reconhecimento pelo seu esforço para fazer com que todas as raparigas concluam doze anos de educação gratuita, segura e de qualidade. Estuda atualmente na Universidade de Oxford, frequentando o curso de filosofia, política e economia. |


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