Até onde um homem pode ir para proteger a família?
Elias Aguilar é um agricultor peruano criado com o amor à terra e ao cultivo do milho roxo, porém, os tempos mudam e, quando as dificuldades se impõem, resistir à pressão de um narcotraficante sem escrúpulo e à promessa de dinheiro fácil – dinheiro que poderá salvar a sua família – torna-se numa tarefa difícil.
Ramiro já traiu a terra há muito e o tráfico e a violência são agora a sua linguagem. Para Ramiro apenas o dinheiro e o poder importam, e tudo fará para conseguir o que quer – mais terras, mais cultivo, mais droga, mais poder.
No entanto, as feridas abertas nos Andes não se ficam pelos Andes, atravessam oceanos e chegam mesmo ao escritório de Artur Valente, em Portugal, que, por detrás de números irrepreensíveis esconde dinheiro sujo e decisões silenciosas que moldam destinos e corrompem instituições, conspurcando uma elite lisboeta que caminha lado a lado com o luxo e a decadência.
O Sal e a Feridaé um romance sobre a corrosão da terra, a erosão da alma e a lógica implacável do poder.
| ISBN | 9789895764235 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 232 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Guerra & Paz |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Diana Teixeira
Nasceu em Felgueiras, em 1994, no coração de um Norte rural e fabril, onde aprendeu que persistência e trabalho são formas de dignidade. Cresceu entre o silêncio que fala mais alto e os desafios de saúde, encontrando na escrita uma ponte para dar voz à sua sensibilidade. A primeira da família a ingressar no ensino superior, optou pela área dos números, mas foi nas letras que encontrou o verdadeiro pulsar do seu coração. Atualmente, concilia a vida profissional na educação com a escrita de ficção, construindo mundos em que as fronteiras são feitas de pessoas, não de mapas, e onde a identidade se move como um rio. A sua voz literária, profundamente ancorada na herança portuguesa e na escuta atenta da humanidade, é filha do Norte profundo: da luta familiar, da quietude dos que trabalham com as mãos e sonham com as palavras. |


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