Como nas histórias anteriores (Sílvio, Domador de Caracóis e Sílvio, Guardador de Ventos), o curioso menino, enche a mãe de perguntar e ternura. Desta vez, o diálogo começa pelo facto da mãe trazer um cravo vermelho: a partir daí, o menino fica a saber como era “o País da Gente Triste”, quando as pessoas tinham “o coração cheio de noite”. E como foi possível derrubar essa noite e devolver a alegria às pessoas.
Quem ajudou a resgatar a Liberdade, esse “bem raro” que deve merecer a nossa atenção todos os dias? O pequeno Sílvio, deste modo, torna-se herdeiro do cravo, e promete zelar por esse legado de muitas gerações que recusaram a tirania.
Sílvio, Herdeiro do Cravo, numa linguagem poética, plena de metáforas (“Mãe, metáfora é brinquedo?”) é, pois, uma forma original de transmitir aos mais novos o que foi o 25 de Abril, e a importância dos seus ideais, agora que completa 50 anos.
| ISBN | 9789899104204 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 52 |
| Capa | Cartonada |
| Editora | Caminho das Palavras |
| Categorias |
Livros > Infantil > Até 6 Anos > Leitura Acompanhada
Francisco Duarte Mangas
Ficcionista, poeta e autor de livros para a infância. No domínio da ficção, entre outras obras, escreveu Diário de Link, Jacarandá, A Rapariga dos Lábios Azuis, Pavese no Café Ceuta, A Cidade das Livrarias Mortas e O Alfarrabista de Ponta Delgada. Durante anos, trabalhou como jornalista. É presidente da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e diretor da Revista Gazeta Literária. A Fome Apátrida das Aves, Transumância, As Coisas Comuns e Devocionário são alguns dos seus livros de poesia. |


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