Margaret tem 10 anos e está escondida debaixo de um arbusto, no jardim dos seus pais, enquanto o irmão a procura numa espécie de jogo de escondidas. Nesta sua infância há piscinas cheias de sol e panquecas ao sábado de manhã, mas a família requer alguns cuidados: a mãe é frágil e, embora presente, um pouco alheada; e o pai e o irmão assumem os seus respetivos comportamentos de uma masculinidade que lhe é desconfortável.
Vinte e cinco anos mais tarde, Margaret está escondida debaixo da cama dos pais, na mesma casa em que foi criada, à espera de que as filhas encontrem o seu esconderijo. Divorciou-se recentemente, reaprende a maternidade na guarda partilhada com o pai das crianças, enquanto saboreia novos prazeres com um novo amante. Mas uma parte de si mantém-se fora do tempo, debaixo do arbusto de amoras.
Chamada a ser mãe das suas filhas e filha da sua mãe, vai ter de lidar com os ecos e os reflexos entre passado e presente, o que significa manter uma criança a salvo e o quão pouco na nossa vida verdadeiramente nos – e só a nós – pertence.
«Este breve romance de estreia transborda de observações inteligentes das dinâmicas familiares e das dores enterradas. Uma escrita maravilhosa sobre o trauma infantil.»Star Tribune
«A situação passada de Margaret pode parecer trágica, mas é transformada pelo puro esforço de vontade – e pela prosa de Honor Jones – numa coisa heroica, cheia de esperança.»Washington Post
«Jones segue as dicas de John Cheever, Richard Yates e Virginia Woolf – escritores do reprimido e do indizível.»Lit Hub
| ISBN | 9789895821730 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 328 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Quetzal |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Honor Jones
Honor Jones é editora sénior da revista The Atlantic. Foi senior staff editor da secção de opinião do The New York Times; os seus textos têm sido publicados em The Atlantic, The New York Times e The Virginia Quarterly Review. Vive em Brooklyn com os três filhos. |


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