“NOVO LIVRO DE RUI CARDOSO MARTINS: UMA COMÉDIA COM TÍTULO DE JORNAL PORTUGUÊS
A peça homónima, com encenação de Gonçalo Amorim e interpretação de Miguel Guilherme, estreia a 8 de Outubro no Teatro Nacional D. Maria II.
O jornal Última Hora, mais a sua pobre, cercada e aterrorizada redacção, vive o destino de todos os periódicos hoje em dia: uma grave crise. As breaking news neste caso são mesmo as notícias do seu fecho… Num verdadeiro caldo de nervos – agravado por coisas como a Internet e a partilha grátis de conteúdos nasredes sociais, as manipulações políticas, o despedimento dos repórteres mais capazes ou as fake news –, os protagonistas deste livro-espectáculo terão de tomar decisões absurdas, contraproducentes, caricatas, lamentáveis e, porque não?, comoventes, para salvarem o amor-próprio, a subsistência e até a essência da sua profissão. “
| ISBN | 9789896715793 |
|---|---|
| Ano | 2020 |
| Editora | Tinta da China |
| Categorias |
Livros > Artes > Teatro
Rui Cardoso Martins
Rui Cardoso Martins (Portalegre, 1967) é escritor, cronista e argumentista. É autor dos romances E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (2006), Deixem Passar o Homem Invisível (2009, Grande Prémio de Romance e Novela APE), Se Fosse Fácil Era para os Outros (2012) e O Osso da Borboleta (2014), bem como das colectâneas de crónicas Levante-se o Réu (2015) e Levante-se o Réu Outra Vez (2016, Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários APE). É autor da colectânea Passagem pelo Vazio e Outros Contos (2022). Tem livros traduzidos em diversas línguas e publicou contos em várias revistas nacionais e internacionais. Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, foi repórter internacional e cronista do Público na sua fundação, recebeu dois prémios Gazeta e é hoje cronista no Jornal de Notícias. É autor de peças de teatro como Última Hora (Teatro Nacional D. Maria II, 2020) e co-autor de A Sorte Que Tivemos, comemoração dos 50 anos do 25 de Abril (Teatro de Almada, 2024). É argumentista de cinema e televisão, destacando-se nesta área o argumento original do filme A Herdade (2019, co-autoria), candidato ao Leão de Ouro e Melhor Argumento no Festival de Veneza; as séries policiais da RTP Sul, Causa Própria, Matilha (2019 a 2023, co-autor e argumentista); e os filmes Em Câmara Lenta (2012), Zona J (1998), Sombras Brancas (2023, co-autoria). Foi co-fundador das Produções Fictícias e co-criador e autor dos históricos programas de humor Contra-Informação, Herman Enciclopédia e Conversa da Treta. É professor convidado na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde lecciona a cadeira de Arte da Crónica na pós-graduação em Artes da Escrita, e no Departamento de Cinema e Artes dos Media da Universidade Lusófona. |


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