O instituto da sociedade unipessoal foi sistematicamente disciplinado no direito societário-mercantil comum português em 1996 e é já bem conhecido da prática nacional na configuração da sociedade unipessoal por quotas.
Não obstante isso, continua a suscitar o interesse da doutrina, para além do primeiro fluxo consequente à sua consagração legal, o que se explica – crê-se – com o rico conjunto de consequências dogmáticas que podem extrair-se, em três vetores, da sua regulação: o do conjunto normativo do art. 270-F, o da sua harmonização com a regulação dos grupos e o das descobertas em torno da compatibilização do seu regime com o regime-arquétipo da sociedade por quotas plural, área que nos parece ainda muito aberta à exploração.
| ISBN | 9789724053363 |
|---|---|
| Ano | 2013 |
| Número de páginas | 202 |
| Editora | Almedina |
| Categorias |
Ebooks > Direito > Direito Comercial
João Espírito Santo
Consultor jurídico no Secretariado Nacional de Reabilitação (organismo governamental na dependência do Conselho de Ministros), de 1991 a 1992; Codirector da AGECOP – Associação para a Gestão da Cópia Privada, em representação da GESTAUTOR – Associação para Gestão do Direito de Autor, entre 2001-2008; Docente do INA -Instituto Nacional de Administração, de 2004 a 2009. Membro do Conselho de Administração da Autoridade da Concorrência de Portugal, de 2008 a 2013; Consultor na LSM Advogados, desde 2013. Codiretor da Revista Concorrência & Regulação, de periodicidade trimestral, fundada em 2010, título registado a favor da Autoridade da Concorrência de Portugal/Instituto de Direito Financeiro e Fiscal da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, editado pela editora Almedina, até 2013; Membro do grupo de tradutores da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa que traduziu para português o “Tratado da OHADA e os respetivos Atos Uniformesde segunda Geração” (2.ª ed.), 2019. |


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